Numa conversa de domingo à tarde, entre uma fatia de bolo e um gole de chá, falámos sobre o conceito de amor dos nossos pais e do nosso conceito. Acho que a conversa foi mais alargada à (des)evolução da mentalidade de gerações.
Como são as relações de hoje em dia? O que é o amor? Onde reside? Esse amor absoluto, arrebatador, existe?
Hoje em dia é difícil de o encontrar, dado o egoísmo, ilusão, individualidade. Amamos menos, acho eu.
Talvez cheguemos aos dias em que apenas o encontraremos no cinema, nos livros ou até em museus.

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