Jenny e Karl Marx ou o amor comunista romântico.
«Sinto-me de novo um homem, porque tenho uma grande paixão...»
(Marx, carta a Jenny, 21 de Junho de 1856).
fotografia de autor desconhecido, supostamente de 1866
«Assim, meu amor, (...) imaginei vividamente, que tinhas perdido a mão direita e fiquei em estado de êxtase (...). Sabes, amor, ocorreu-me que nesse caso eu poderia tornar-me totalmente indispensável para ti, que sempre me conservarias ao teu lado e me amarias. Achei também que eu poderia escrever todas as tuas magníficas ideias e ser-te, realmente, útil.»
Jenny Marx, numa carta a Karl, contando-lhe um episódio sonhado.
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